Gladson Cameli e Tião Viana apresentam relatório final da transição governamental

OSenador e governador eleito, Gladson Cameli (Progressistas), e o governador atual, Tião Viana (PT), apresentaram nesta terça-feira (18) o relatório elaborado pelas equipes responsáveis pela transição do governo do estado.

As duas equipes (do atual e do futuro governo) trabalharam durante 39 dias, na elaboração do relatório. O documento apresenta dados sobre os diversos setores do governo, detalhando a realidade e informando os principais desafios para os próximos anos. 

Sugestão de Leitura: www.mises.org.br

“Quero agradecer ao governador Tião Viana e a sua equipe por essa transição democrática. Desde o primeiro contato que fiz, o governador se mostrou um democrata”. Afirmou Cameli

Estamos encerrando esse processo de transição e, em poucos dias, estaremos assumindo o Governo do Estado, conscientes dos desafios, mas certos que vamos nos dedicar e trabalhar muito pelo desenvolvimento do nosso Acre, disse o governador eleito Gladson Cameli. 

Ele fez questão de ressaltar que a partir do dia 1° de janeiro, será um “Momento novo, de unir forças, olhar pra frente e trabalhar pelo Acre”. 

O governador Tião Viana, desejou sorte a Gladson Cameli e sua equipe, afirmando que o próximo governo terá muitos desafios, frutos da crise nacional. 

“Esse será um momento complicado para se governar o estado, devido à crise nacional. Desejo sorte ao governador Gladson e sua equipe. O êxito desse governo, será o êxito da nossa população e do nosso Acre, onde estarei trabalhando”, afirmou.

Entre outras coisas, o relatório elaborado pela equipe do futuro governo, revela o baixo desenvolvimento econômico do estado, uma vez que o PIB apresentou um pequeno índice de crescimento, com o aumento das despesas com pessoal e com a Previdência.

O documento também evidência o aumento da violência, constatado pelos altos índices da área, e agravado pela escassez de investimentos para o fortalecimento das forças polícias.

De acordo com o relatório, os problemas na Saúde Pública, são frutos, principalmente, da falta de eficiência da gestão, gerando um aumento expressivo da demanda por cirurgias, e a demora em dar respostas em procedimentos básicos como consultas e exames, o déficit de leitos e o desabastecimento de medicamentos contribuem para essa situação.

Por Richard Corrêa

Fonte: Silvânia Pinheiro – Assessora de Imprensa – Acre

Publicado por Blog Foco News

Richard Corrêa, jornalista e publicitário natural de Curitiba Capital do Estado do Paraná, residiu, estudou e trabalhou também em Joinville, Santa Catarina. Atualmente reside e trabalha em Rio Branco, Acre

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