Já Cícero exaltava as virtudes da Agropecuária!

Para mostrar erudição, está em voga mencionar autores clássicos, e o grande Cícero vem sendo profusamente citado por suas qualidades de escritor e orador. Não resisti à tentação de citá-lo, pois o texto que me caiu sob os olhos se encaixa tanto no panorama deste início de 2019, em que o saldo da exportação do agronegócio brasileiro ultrapassou a marca histórica de US$ 100 bilhões.

Dr. Perazzo com o Príncipe Dom Bertrand, sua esposa Regina com o Pequeno Antonio no colo e a Laura na frente e o Jornalista Hélio Brambilla

Ademais, um presidente da república em seu discurso de posse declara o seu apoio irrestrito ao agronegócio e ao direito de propriedade. Vamos caminhando para o 70º aniversário do lançamento do livro “Reforma Agrária – Questão de Consciência”, no qual o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira e coautores defenderam com argumentação doutrinária cerrada o direito de propriedade, levantando verdadeira questão de consciência.

O Príncipe Dom Bertrand com a Princesinha Laura e Hélio Brambilla em um momento de descontração em sua residência

Pois uma lei socialista e anticristã ao estabelecer o confisco de terras particulares pelo Estado violava dois Mandamentos da Lei de Deus:

Não furtarás e não cobiçarás as coisas alheias.

À época, certa propaganda sub-reptícia e enganosa cochichava nos ouvidos dos centristas acomodados: “Por que propriedade? – Não seria melhor prosperidade? Ou pátria? Ouvi e li mais de cem vezes esta inverdade, venenosa e jocosa.

A tal ponto que o bibelô das esquerdas, católica e política – as duas cabeças do mesmo dragão – o Sr. Lula da Silva que se tornou amigo de desinteressados grandes empresários, ter afirmado em 22/07/1988 que o seu partido votaria contra a nova Constituição:

“A essência do poder, a essência da propriedade privada, a essência do poder dos militares está intacta…”

Cícero descreve a alegria do agricultor e as maravilhas do desabrochar da semente, além de uma espécie de crédito que ele tem na terra. Com efeito, esta nunca recusa o trabalho dele.

Sugestão de Leitura: www.mises.org.br

Não é apenas o que solo produz que agrada, é também a potência generosa da própria terra. O renomado romano versa sobre as profundezas das terras revolvidas e trabalhadas para receberem o grão semeado.

Primeiramente a terra o retém, protegendo-o da luz. Depois o calor e a pressão o fazem eclodir e germinar. Dele surge um broto verde que dá raízes e se eleva num caule embainhado em sua casca. Quando sai uma espiga de grãos bem ordenados, protegidos por traz da muralha de suas pontas, da voracidade dos passarinhos.

O encanto da agricultura não se resume nas colheitas, nas campinas, vinhedos e arbustos; é preciso também contar com as hortas e vergéis, o gado no pasto, as colmeias de abelhas e as flores inumeráveis.

Nada é mais proveitoso nem mais belo que um campo cuidadosamente cultivado para mostrar que a seus olhos nenhum labor é digno de um rei que os trabalhos dos campos.

Todos concordamos com estas atinadas palavras. Plinio Corrêa de Oliveira sempre afirmou que as esquerdas odiavam o proprietário rural, pois ele encarnava, por menor que fosse a sua propriedade, a figura de um rei.

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Possuía um território, sua família e agregados constituíam o seu povo, e, sobre eles, exercia o seu senhorio.

Por pouco tempo Cícero não alcançou o Divino Mestre pregando em Israel, percorrendo os campos que lhe inspiraram incontáveis parábolas em que o aspecto metafísico era superado pelo sobrenatural, e num voo majestoso discursava sobre o semeador, o vinhateiro, os lírios dos campos para ilustrar o reino do céu.

Os que agem contra os agropecuaristas parece estar a serviço do maligno, pois esparramam o joio da discórdia, da luta de classes. Nada mais evocativo do que um trecho de São Marcos, 4, 26-28:

“O reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. Ele dorme e se levanta, noite e dia e a semente brota e cresce, sem ele saber como, porque a terra por si mesma produz”.

É realmente bonito poder acompanhar uma safra agrícola nessa perspectiva. O estupendo resultado da agropecuária nos trópicos – o que parecia impensável 50 anos atrás – hoje supera todas as expectativas.

Sem embargo a desconsideração governamental dos últimos governos, o agronegócio brasileiro superará em 2019 a produção de soja dos EUA, se São Pedro ajudar.

Em 2018 ele alimentou seus 210 milhões de habitantes e mais o equivalente a uma população chinesa, ou seja, 1 bilhão e quinhentas milhões de pessoas mundo afora, produzindo alimento barato, saudável e variado para a população e gerando mais de 30 milhões de empregos diretos.

Preservando 65% de suas florestas originais e, só no bioma amazônico, ao contrário do que dizem certas ONGs e certa mídia – até o Vaticano faz coro a isso –, preservando um território maior que toda Índia, utilizando apenas 9% de seu território para agricultura e 16% para pecuária.

O Presidente Bolsonaro, ao citar o agronegócio e a defesa da propriedade privada em seu discurso de posse, sinalizou que as coisas vão mudar, e precisam mudar mesmo.

A nomeação da Ministra Tereza Cristina para agricultura, que é agropecuarista, e, portanto, do ramo, em seu primeiro ato através de seu Secretário para assuntos fundiários paralisou todos os processos da Reforma Agrária em andamento.

Ainda bem, pois na notícia sobre o assunto, a insuspeita Folha de São Paulo, de 09/01/19, afirmou que de 1970 para cá o INCRA contabiliza 1.340.000 famílias assentadas em 88 milhões de hectares, mas que tão-só 972 mil vivem nos assentamentos, ou seja, 1/3 abandonou os lotes, sem contar os que só moram lá, arrendam e trabalham nas cidades e fazendas.

Tudo virou favela rural ou está sendo cultivado por outros. Para o Meio Ambiente, o Ministro Ricardo Salles, como bom paulista está arregaçando as mangas para suspender as extorquidas e tirânicas multas ambientais, coibir a interferência internacional no Brasil por meio de ONGs e outros organismos, com projetos acintosos à nossa soberania, como o chamado corredor ecológico Andes, Amazonas e Atlântico.

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O AAA visa surripiar 2.000.000 Km² de nosso território que passariam para o controle de ONGs e governos internacionais.

No momento em que o assunto ambiental põe fogo na França, e que levou Trump a tuitar ao presidente francês, que se achava feliz pelo fato de Emmanuel Macron e os manifestantes em Paris terem chegado à conclusão que ele, Trump havia chegado há dois anos…

Com efeito o acordo de Paris é vicioso e aumenta o custo da energia para os países responsáveis. Parece que providências vêm sendo tomadas para acabar com o dito subsídio ao diesel e ao tabelamento do frete.

O subsídio não é necessário, basta diminuir os impostos extorsivos do combustível, que em alguns estados ultrapassam 50% do preço original da refinaria. Além disso, o barril de petróleo baixou mais de 30% no mercado internacional, passando de 82 para 55 dólares o barril.

A Petrobrás não se comprometeu que iria basear os seus preços no mercado internacional? Como perguntar não ofende, levanto uma questão: – Se baixou 30% no mesmo mercado internacional, por que o preço não caiu na mesma proporção nos postos de serviço?


A safra de verão começará a ser colhida com grandes colheitadeiras que utilizam muito diesel, e carretas transportarão a safra, o suficiente para que pequeno lucro do produtor e do caminhoneiro vá para o ralo.

Afinal, o setor não quer subsídio, apesar de a China estar sendo processada junto à OMC por conceder mais de 100 bilhões/ano de subsídios à produção agrícola, de modo particular para arroz, soja e milho, ou seja, o mesmo valor de nossas exportações agrícolas. Por sua vez, a Europa e os EUA, ladinamente, não dizem o quanto dão.

Moral da história, o agronegócio precisa de crédito para custeio de safra com juros não extorsivos, seguro, estradas (rodovias, ferrovias e hidrovias), segurança jurídica, segurança física, patrulhamento rural, que o produtor possa ter uma arma para a defesa de sua família e de seu patrimônio e mudança na lei penal, pois se o pobre coitado, ainda que em legítima defesa, atingir o meliante, será ele que irá para a cadeia e não o bandido.

Baixar drasticamente a carga tributária, pois segundo o “impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo, de 01/01/18 a 30/12/18, os brasileiros pagaram R$ 2.100.000.000.000 – traduzindo, dois trilhões e 100 bilhões de reais em tributos.

Dinheiro praticamente extorquido de quem produz para ser pessimamente empregado pelos governos, pelo menos até agora. Mais uma vez, no dia 31 de dezembro próximo passado, fui a Aparecida do Norte agradecer a nossa Padroeira e Rainha pelo ano que se encerrava, sobretudo por ter afastado o perigo social-comunista que ameaçava o País.

Pedi a Deus por intermédio d’Ela que abençoasse o Brasil em 2019 e que desse luzes ao novo presidente para governar procurando em primeiro lugar o reino do céu e sua justiça, pois somente assim receberemos tudo o mais por acréscimo.

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Que as luzes celestes iluminem nossas vias durante a noite, pois se a serpente tomou uma paulada, ainda que a coluna dela esteja quebrada, ela poderá ainda morder uma criança que pensasse tratar-se de um brinquedo, ou qualquer um de nós que passe por ela como Aquiles, com o tornozelo desprotegido. A picada pode ser fatal.

Para frente e para o alto Brasil com seu agronegócio.

BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS!

Autor: Jornalista Hélio Brambilla

Enviado por: Valdir Perazzo

Publicado por Blog Foco News

Richard Corrêa, jornalista e publicitário natural de Curitiba Capital do Estado do Paraná, residiu, estudou e trabalhou também em Joinville, Santa Catarina. Atualmente reside e trabalha em Rio Branco, Acre

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